Começa a frase pelo final
Estufa o peito e se proclama perdedor
Sabe-se lá como veste as calças
Anda de costas o pobre rapaz.
Sobe a rua olhando quem foi
E perde no assalto pra tudo que vem
Essa vida, a mãe falou, foi ele que quis
Nunca aprendeu, coitado, nunca foi capaz.
Não falta vivacidade pois.
Consegue à seu modo tudo que quer
Mesmo que seja cama de faquir
Ou até mesmo guerrear por paz.
E todo mundo na rua canta:
Vai...vai todo torto
Que o dia ainda é cedo
E o que sabe da vida é tão pouco...
Todo mundo na rua errado.
Não tem no bairro ninguém mais sábio
Nem tão sagaz.
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