Eu costumava ser uma pessoa bem melhor
Aposto que você também
quarta-feira, 22 de julho de 2009
segunda-feira, 20 de julho de 2009
75
Sonhei que estava na televisão
E em milhares de outdoors
Dizendo besteiras pra todo mundo ouvir
E ninguém dava a menor atenção
Só aplaudiam
Que idiotas.
E em milhares de outdoors
Dizendo besteiras pra todo mundo ouvir
E ninguém dava a menor atenção
Só aplaudiam
Que idiotas.
74
Cuidado comigo
Meu sobrenome é perigo.
Cuidado comigo
A toda hora me arrisco.
Cuidado comigo
Estive pensando em te dizer
Cuidado comigo.
Eu posso não ser seu amigo.
Quem dirá?
Meu sobrenome é perigo.
Cuidado comigo
A toda hora me arrisco.
Cuidado comigo
Estive pensando em te dizer
Cuidado comigo.
Eu posso não ser seu amigo.
Quem dirá?
quarta-feira, 15 de julho de 2009
73
Está oficialmente aberta a temporada de caça às ilusões.
Peguem suas espingardas e mirem aos corações
Os palpitares voadores estão em bandos pelo céu
E as promessas vazias se ajuntam como favos de mel.
É a primavera das dores, por hora decretada
Florescem os cravos encrustados pela estrada
Nossos passos se confundem nas ervas daninhas
Que de longe eram as mais lindas gramíneas.
O jardineiro disse pra mim que é assim mesmo
Há flores que só tem botão de janeiro em janeiro
E as flores de ano inteiro, ah...
Dessas ninguém quer cuidar.
Engatilho a minha bala, miro com primazia
Naquela hora eu percebia
Você era a ultima do bando.
É a temporada se acabando...
Peguem suas espingardas e mirem aos corações
Os palpitares voadores estão em bandos pelo céu
E as promessas vazias se ajuntam como favos de mel.
É a primavera das dores, por hora decretada
Florescem os cravos encrustados pela estrada
Nossos passos se confundem nas ervas daninhas
Que de longe eram as mais lindas gramíneas.
O jardineiro disse pra mim que é assim mesmo
Há flores que só tem botão de janeiro em janeiro
E as flores de ano inteiro, ah...
Dessas ninguém quer cuidar.
Engatilho a minha bala, miro com primazia
Naquela hora eu percebia
Você era a ultima do bando.
É a temporada se acabando...
segunda-feira, 13 de julho de 2009
72
70
O que eu te confesso agora é o meu amor
Porque não há graça que se faça
Quando o circo já fechou
Nem há dança que se dance
Sem batida, sem calor.
Nesse amor de meio dia
Vivo às duas, vivo às três
Pois às quatro talvez não seja
Tão pura a nossa tez.
Um último suspiro que te faço
Tão sóbrio
Perde a sanidade comigo
Todo esse tino
Eu ignoro.
Até
Amanhã
De manhã.
Porque não há graça que se faça
Quando o circo já fechou
Nem há dança que se dance
Sem batida, sem calor.
Nesse amor de meio dia
Vivo às duas, vivo às três
Pois às quatro talvez não seja
Tão pura a nossa tez.
Um último suspiro que te faço
Tão sóbrio
Perde a sanidade comigo
Todo esse tino
Eu ignoro.
Até
Amanhã
De manhã.
domingo, 12 de julho de 2009
69
Um par de sapatos novos pra melhorar o humor
E os meus cansados, com o maior desapego eu dou.
Tudo bem que já me levaram a todos os lugares
Tudo bem que à eles devo até alguma sorte
Mas devo sorte até às minhas cuecas
E pra levar isso em consideração,
Andaria ainda com as furadas.
Não, não
Eu dou meus sapatos velhos porque estão gastos
Não os quero mais porque já não me dão o prazer
Que tinha quando os comprei.
E é assim, a partir do momento em que se perde o encanto
Em que tocam as doze badaladas da vida
Os sapatinhos de cristal viram abóboras.
(e não é porque desconheço as história que digo isso.)
E me diga,
Você não é do tipo que calça abóboras, é?
Pois é.
Nem eu.
Farewell my shoes
I've got some new blue sewed ones.
E os meus cansados, com o maior desapego eu dou.
Tudo bem que já me levaram a todos os lugares
Tudo bem que à eles devo até alguma sorte
Mas devo sorte até às minhas cuecas
E pra levar isso em consideração,
Andaria ainda com as furadas.
Não, não
Eu dou meus sapatos velhos porque estão gastos
Não os quero mais porque já não me dão o prazer
Que tinha quando os comprei.
E é assim, a partir do momento em que se perde o encanto
Em que tocam as doze badaladas da vida
Os sapatinhos de cristal viram abóboras.
(e não é porque desconheço as história que digo isso.)
E me diga,
Você não é do tipo que calça abóboras, é?
Pois é.
Nem eu.
Farewell my shoes
I've got some new blue sewed ones.
quarta-feira, 1 de julho de 2009
67
66
É, eu sei
Não dá pra ir bem o tempo todo
Nem dá pra fingir de malandro
Se não entende de samba.
Porque aqui nessa vida
Só quem sem sabe tudo é Deus
E pra falar a verdade,
Eu nem quero saber de tudo.
Um erro aqui e outro alí
Ajuda a deixar tudo
Muito mais divertido
E pra nossa felicidade erramos.
Viva aos nossos erros
Passados
Presentes
E futuros, por que não?
Viva à vida que ensina
Que não se pode ir bem o tempo todo
E que errar é a maior dádiva
Que alguém atento ao mundo pode receber.
Melhoramos quando erramos, não é verdade?
O erro é o marco zero da sua jornda
Rumo ao acerto.
E no acerto você vai bem...
A final, não se pode ir mal o tempo todo.
Não dá pra ir bem o tempo todo
Nem dá pra fingir de malandro
Se não entende de samba.
Porque aqui nessa vida
Só quem sem sabe tudo é Deus
E pra falar a verdade,
Eu nem quero saber de tudo.
Um erro aqui e outro alí
Ajuda a deixar tudo
Muito mais divertido
E pra nossa felicidade erramos.
Viva aos nossos erros
Passados
Presentes
E futuros, por que não?
Viva à vida que ensina
Que não se pode ir bem o tempo todo
E que errar é a maior dádiva
Que alguém atento ao mundo pode receber.
Melhoramos quando erramos, não é verdade?
O erro é o marco zero da sua jornda
Rumo ao acerto.
E no acerto você vai bem...
A final, não se pode ir mal o tempo todo.
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